Aliança Navegação e Logística batiza seu terceiro rebocador, o Aliança Pampeiro

17 Janeiro 2018 Em Clipping da Indústria by Redação
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Cerimônia no Estaleiro Detroit marca a entrega da última embarcação da mesma série 

A Aliança Navegação e Logística batizou, hoje, no Estaleiro Detroit Brasil, em Itajaí (SC), seu terceiro rebocador portuário, o Aliança Pampeiro, que encerra a entrega de três embarcações da mesma série previstas pela companhia. No segundo semestre do ano passado, a Aliança batizou o Aliança Minuano e o Aliança Aracati – todos levam nomes de ventos que atingem o território brasileiro. O pampeiro, por exemplo, vem do oeste, sudoeste ou sul e percorre a Argentina, o Uruguai e finalmente o Brasil, sendo normalmente gerado pela passagem de uma frente fria.

As três embarcações são consideradas de última geração e adequadas para navios de grande porte. Cada uma tem 32 metros de comprimento e capacidade de tração estática de 70 toneladas bollard pull. A expectativa é que a Aliança receba até 2019 quatro novos rebocadores de uma linha ainda mais moderna.

Desta vez, a madrinha da nova embarcação foi a funcionária Silvana Coelho de Andrade, que está há 32 anos na empresa, atualmente como coordenadora da área de suporte RSE. Silvana começou em Santos como auxiliar do departamento de suprimentos aos navios em portos do exterior, passou por outras funções de liderança em São Paulo e retornou à sua cidade há dois anos para assumir o cargo atual.

“Recebi com muita alegria a notícia de que seria madrinha do Aliança Pampeiro. Sinto-me honrada por esta homenagem, que mostra como a companhia reconhece e valoriza seus profissionais. Comecei a trabalhar na empresa aos 18 anos. Portanto, toda a minha vida pessoal e profissional tem o mar como referência”, destaca Silvana Coelho de Andrade, que estava acompanhada de sua filha Catherinne.

Segundo Mark Juzwiak, diretor de relações institucionais da Aliança, os rebocadores agregam mais valor aos serviços oferecidos pela companhia. Ele explica que as embarcações que escalam os portos brasileiros são cada vez maiores para atender o mercado crescente e a necessidade de oferecer aos clientes transporte com preços competitivos.

“Para assistir esses navios nas manobras de atracações e desatracações, são necessários equipamentos de apoio de última geração, tanto em eficiência como em potência. O mercado precisa de rebocadores de grande porte e, por isso, a Aliança investiu na construção de sete unidades no Brasil. O estaleiro Detroit provou ser um grande parceiro, construindo produtos de excelente qualidade e respeitando à risca os prazos de entrega”, afirmou o executivo.

Sobre a Aliança Navegação e Logística
Fundada em 1950, a Aliança Navegação e Logística integra o grupo Hamburg Süd, que agora, após recente aquisição, faz parte do Grupo Maersk, a maior empresa de transporte de contêineres do mundo. Em 1999, a Aliança iniciou uma nova era na cabotagem brasileira e na costa da América do Sul, com a operação e o crescimento constante da frota de navios `full containers`.

Atualmente, a empresa conta com 11 navios em operação no serviço, com amplo atendimento em 15 portos de Buenos Aires até Manaus, e um total de 104 escalas mensais. Recentemente, a Aliança recebeu dois novos navios de 3.800 TEUs para substituir duas embarcações de 2.500 TEUs, o que permitirá um incremento de capacidade semanal da ordem de 20%.

A Aliança é líder de mercado na cabotagem e possui uma ampla carteira de clientes em praticamente todos os segmentos do mercado. No ano passado, teve um faturamento de R$ 3,3 bilhões e movimentou 673 mil contêineres. 

"Fonte  Assessoria de Imprensa"

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